Apr 17, 2017

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Dia 18 de abril – Nasce Monteiro Lobato. É o dia do Livro Infantil

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17/04/2017

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Monteiro Lobato

Foi, sem dúvida, um dos mais importantes escritores brasileiros do século XX, especialmente pelas obras infantis e personagens que marcaram a infância de várias gerações. Quem não conhece a Emília, a Narizinho, o Visconde de Sabugosa e tantos outros personagens antológicos que viviam no “Sítio de Pica-pau Amarelo” e invadiram a imaginação das crianças.

Seu desejo de “fazer livros onde as crianças possam morar” foi realizado, e, seus personagens ficaram íntimos de quase todos os brasileiros que sabem ler. Seus livros foram lidos na infância, mas suas histórias moram na memória de todos nós.

O Instituto Pró-Livro não poderia deixar de homenagear esse educador e escritor, entre tantas outras atuações marcantes, que sintetizava em uma frase celebre tudo o que pensamos: “Um país se faz com homens e livros”

Segue breve biografia, para conhecer um pouco mais sobre esse homem que provocou nossas fantasias, quando crianças:

Monteiro Lobato (1882-1948) foi um escritor brasileiro. “O Sitio do Pica-Pau Amarelo” é uma de suas obras de maior destaque na literatura infantil. Foi um dos primeiros autores de literatura infantil em nosso país e em toda América Latina. Tornou-se editor, criando a “Editora Monteiro Lobato” e mais tarde a “Companhia Editora Nacional”. Metade de suas obras é formada de literatura infantil.

Monteiro Lobato (1882-1948) nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô o Visconde de Tremembé. Desde menino já mostrava seu temperamento irrequieto, escandalizou a sociedade quando se recusou fazer a primeira comunhão. Fez o curso secundário em Taubaté. Estudou no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo.

Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na capital, em 1904. Na festa de formatura fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté. Prestou concurso para a Promotoria Pública, assumindo o cargo na cidade de Areias, no Vale do Parnaíba, no ano de 1907.

Monteiro Lobato casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Com ela teve quatro filhos, Marta (1909), Edgar (1910), Guilherme (1912) e Rute (1916). Paralelamente ao cargo de Promotor, escrevia para vários jornais e revistas; fazia desenhos e caricaturas. Ficou em Areias até 1911, quando se muda para Taubaté, para a fazenda Buquira, deixada como herança pelo seu avô.

No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo publicou uma carta sua enviada à redação, intitulada “Velha Praga”, onde destaca a ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo “Urupês”, onde aparece pela primeira vez o personagem “Jeca Tatu”.

Em 1917 vende a fazenda e vai morar em Caçapava, onde funda a revista “Paraíba”. Nos 12 números publicados, teve como colaboradores: Coelho Neto, Olavo Bilac, Cassiano Ricardo entre outras importantes figuras da literatura. Muda-se para São Paulo, onde colabora para a “Revista do Brasil”. Em seguida compra a revista e a transforma em editora. Publica em 1917, seu primeiro livro “Urupês”, que esgota sucessivas tiragens. Transforma a Revista em centro de cultura e a editora numa rede de distribuição com mais de mil representantes.

No dia 20 de dezembro de 1917, publica no jornal O Estado de São Paulo, um artigo intitulado “Paranoia ou Mistificação?”, onde critica a exposição de Anita Malfatti, pintora paulista recém chegada da Europa. Estava criada uma polêmica, que acabou se transformando em estopim do movimento modernista.

Monteiro Lobato, em sociedade com Octalles Marcondes Ferreira, funda a “Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato”. Com o racionamento de energia, a editora vai à falência. Vendem tudo e fundam a “Companhia Editora Nacional”. Lobato muda-se para o Rio de Janeiro e começa a publicar livros para crianças. Em 1921 publica “Narizinho Arrebitado”, livro de leitura para as escolas. A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras de seu personagem em outros livros girando todos ao redor do “Sítio do Picapau Amarelo”. Em 1927 é nomeado, por Washington Luís, adido comercial nos Estados Unidos, onde permanece até 1931.

Como escritor literário, Lobato destacou-se no gênero “conto”. O universo retratado, em geral são os vilarejos decadentes e as populações do Vale do Parnaíba, quando da crise do plantio do café. Em seu livro “Urupês”, que foi sua estréia na literatura, Lobato criou a figura do “Jeca Tatu”, símbolo do caipira brasileiro. As histórias do “Sítio do Picapau Amarelo”, e seus habitantes, Emília, Dona Benta, Pedrinho, Tia Anastácia, Narizinho, Rabicó e tantos outros, misturam a realidade e a fantasia usando uma linguagem coloquial e acessível.

José Renato Monteiro Lobato morreu no dia 5 de julho de 1948, de problemas cardíacos.

Fonte da biografia: e-biografias

Fonte: http://prolivro.org.br

Centro Educacional Terra – Objetivo realiza Páscoa solidária

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17/04/2017

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Páscoa é tempo de reflexão, de solidariedade, amor ao próximo, multiplicação ressurreição, renascimento. Pensando assim, os alunos do Objetivo Terra, doaram 01 kg de alimento não perecível e no ato da doação ganharam o seu chocolate de Páscoa dos coelhinhos da escola. Também aconteceu a culinária de ovinhos da Escola Fisk de Extrema, além da culinária com a rosca de Páscoa.

No dia 13 de abril, os alunos entregaram sua doação na escola e se confraternizaram durante o dia. Todos os alimentos arrecadados serão doados para Associação Comunitária Monte Azul, organização não governamental que atua prioritariamente pelo desenvolvimento integral do Ser Humano. Hoje, beneficia diretamente mais de cinco mil famílias através do trabalho de três núcleos estabelecidos na periferia da cidade de São Paulo, Brasil. Seus programas agregam colaboradores e voluntários, brasileiros e estrangeiros, num modelo de atuação multiplicador e disseminador para muito além dessas comunidades.

“… Cultivar as tradições com devoção e amor nos fortalece a alma e o espírito… Presenteamos nossas crianças com o sentimento de gratidão pela vida, com respeito pelo sagrado e assim, contribuímos para que no futuro tornem-se seres humanos plenos, relacionando-se verdadeiramente com o mundo e seus mistérios…” – Elaine Posso

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